Ss - Publicado em: 13/03/2026 13:32

PF investiga ex-sócio de filho de Lula por desvio no MEC

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A importante ao desmembrar em 25 inquéritos a investigação sobre o uso de recursos do Ministério da Educação (MEC).

 A medida visa aprofundar as apurações sobre possíveis irregularidades, que envolvem desde tráfico de influência até fraudes em licitações.

Entre os nomes que surgem nas investigações, destacam-se o do empresário Kalil Bittar, que já foi sócio de Fábio Luís Lula da Silva (o Lulinha), e o de Carla Ariane Trindade, ex-mulher de outro filho do presidente Lula.

 Ambos estão sob a mira da Operação Coffee Break, que busca desmantelar um esquema de crimes como corrupção ativa e passiva, além de superfaturamento.

A quarta fase da operação, deflagrada na quinta-feira, 12 de março de 2026, focou-se em suspeitas de fraudes em licitações em Sumaré, no interior de São Paulo.

 A ação resultou na prisão preventiva de um ex-secretário municipal de Educação e em mandados de busca e apreensão.

Os elos com a família Lula

A ligação de Kalil Bittar e Carla Ariane Trindade com a família do presidente Lula adiciona um componente delicado à investigação.

Bittar, além de ter sido sócio de Lulinha, é irmão de Fernando Bittar, proprietário do famoso sítio de Atibaia, que envolveu Lula em um dos processos da Lava Jato. Já Trindade é apontada como possível lobista e influenciadora em favor de uma empresa sob suspeita.

Apesar das acusações, as defesas de Bittar e Trindade negam qualquer irregularidade. 

O advogado de Bittar alega que seu cliente apenas prestou consultoria técnica à Life Tecnologia Educacional, enquanto os advogados de Trindade afirmam que ela não participou das licitações investigadas.

Com a divisão da investigação em 25 inquéritos, a Polícia Federal espera dar maior agilidade e precisão às apurações. 

O Ministério Público Federal (MPF) já apresentou a primeira denúncia, relacionada a lavagem de dinheiro e organização criminosa, e sinaliza que novas denúncias devem surgir em breve.

O caso segue em aberto, e a sociedade aguarda o desenrolar das investigações para que os responsáveis por eventuais desvios de recursos do Ministério da Educação sejam devidamente responsabilizados. 

A transparência e a imparcialidade são cruciais para garantir a credibilidade do processo e a confiança da população nas instituições.

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