Segundo o delegado Douglas Garcia, responsável pelo caso, até o momento a PolÃcia Civil reúne elementos que relacionam Jorlan a 16 homicÃdios praticados em um intervalo de aproximadamente três meses no Vale do Mamanguape.
O suspeito foi preso após cerca de dois dias de buscas. No momento em que tentava fugir do cerco policial, ele estava vestido com roupas femininas e carregava no colo uma criança que, segundo a investigação, não era parente dele.
Durante o interrogatório, Jorlan também teria relatado à polÃcia que cometeu o primeiro homicÃdio quando tinha 13 anos.
De acordo com o delegado, o homem passou aproximadamente cinco ou seis anos preso ao longo da vida e havia sido colocado em liberdade em maio deste ano.
A PolÃcia Civil afirma que, a partir do fim daquele mês até a prisão realizada em setembro, conseguiu reunir elementos que apontam a participação do investigado em 16 assassinatos.
Entre os crimes investigados está o duplo homicÃdio de dois comerciantes, registrado no dia 1º de agosto, em Rio Tinto, no Litoral Norte da ParaÃba. Conforme a polÃcia, Jorlan teria participado do crime juntamente com outros quatro homens.
Os investigadores também apuram a possÃvel participação de Jorlan na morte de uma jovem.
Segundo o delegado Douglas Garcia, durante as investigações, o próprio suspeito informou aos policiais o local onde o corpo da vÃtima estaria enterrado. O cadáver foi localizado posteriormente.
Apesar da declaração de Jorlan sobre cerca de 80 mortes, a PolÃcia Civil ainda trabalha para verificar a veracidade do relato e identificar quais crimes poderiam estar relacionados ao investigado.
Até o momento, a polÃcia afirma possuir elementos que o vinculam a 16 homicÃdios.